Após a exposição do município de Americana/SP e exploração da imprensa local e outras em que alguns vereadores e o secretário de Desenvolvimento Econômico tentam explicar o inexplicável, surgem algumas duvídas e questionamentos:
Quem é que paga pela iluminação publica das ruas doadas?
Quem recebe o aluguel da CPFL pelo uso do solo das ruas em questão?
O cabeamento das empresas, Telefônica, Net e outras passam nos postes da CPFL e quando ocorrer problemas de manutenção quem vai executar?
Se a rede de água e esgoto por ventura gerar algum tipo de problema e precisar de reparos quem ficará responsável, a empresa ou a prefeitura?
Serviços da prefeitura pode ser feito em propriedade privada?
Uma empresa do porte da beneficiada pelas doações, que geram pouco mais de 250 empregos diretos e pelo tamanho físico e com a quantidade de maquinários consegue simplesmente colocar sua mudança em uma Van e vão embora de uma hora para outra? Entendemos que uma mudança desse porte não se dá em apenas alguns meses e sem contar o custo operacional, o treinamento de novos funcionários, assim como o custo fiscal para o feito.
Se não era viável a empresa mudar para uma área da prefeitura dentro do município, seria viável ela ir para outro município levando assim os empregos e a arrecadação fiscal?
Alguns partidos e políticos tentam tirar proveito da situação aglutinando moradores e outros tentando desmoralizar a Administração, porém, acredito que o debate a respeito deve ser um pouco mais avançado do ponto de vista técnico, operacional assim como financeiro.
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